fonte: Revista Atividades Educativas,n° 1/ Revista Projetos Escolares Educação Infantil
quarta-feira, 29 de junho de 2011
quarta-feira, 9 de março de 2011
JOGO DA MEMÓRIA
OBJETIVO: Ao formar os pares com as figuras a criança desenvolve:
- o raciocínio lógico
- a observação
- a memorização
- a atenção
- a concentração
Procedimento:
- Recorte as figuras e embaralhe-as
- Coloque sobre uma mesa ou superfície plana com a parte das figuras viradas para baixo, uma ao lado da outra
- Pegue a primeira carta, observe a figura e tente achar a figura igual tirando uma segunda carta
- Se acertar joga novamente e se errar passa a vez ao colega
- Ganha quem encontrar mais pares iguais
Obs: Com crianças pequenas pode de inicio fazer a brincadeira com as figuras viradas para cima porém misturadas para eles formarem os pares, até eles se familiarizarem com o jogo.
fonte: Ciências 1, caderno do explorador, projeto pitanguá, 2ª ed.
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
37 sugestões para trabalhar matemática, português, coordenação motora, arte...
Esses recursos educativos são ótimos
para trabalhar diversos conteúdos
de maneira lúdica na educação
infantil
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Pritt: Criatividade é o que se usa para construir pessoas
Estudos independentes, feitos em diversos países, chegaram a uma importante conclusão:
a participação dos pais na vida dos filhos traz inúmeras consequências positivas,
como melhora do rendimento escolar e a formação de pessoas mais seguras,
equilibradas e conscientes.
Os educadores concordam que essa participação é benéfica para todos,
mas que ela é difícil mesmo em escolas que apoiam essa integração.
Os pais, por sua vez, são unânimes em reconhecer a importância dessa participação,
e gostariam, sim de participar mais.
Mas não basta querer - é importante agir e fazer isso acontecer.
Essa bandeira já está de pé, e agora é sua vez de agir.
Seja um embaixador da causa, ajude a divulgá-la,
participe das oficinas e faça ouvir a sua voz.
http://www.pritt.com.br/httpwwwprittcombrlili-domdeeducar
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Cartazes de dicas
Esses cartazes oferecem dicas para envolver professores, alunos e pais na prática escolar
- Para incentivar a prática diária da escrita
- Para incentivar a prática diária da leitura
- Dicas de como trazer os pais à escola
- Mostrar aos pais que são bem vindos
- Incentivar o trabalho em grupo
- Atrair os pais
- Incentivar o aluno a estudar
- fonte: acesse o site http://educarparacrescer.abril.com.br e faça download dos cartazes para espalhar na escola
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Meta de atendimento das crianças em creche
12/01/11 - 16:10
Meta de atendimento de 50% das crianças em creche está dez anos atrasada
O projeto de lei que vai criar o novo Plano Nacional de Educação (PNE), enviado pelo Ministério da Educação (MEC) ao Congresso Nacional, prevê que até 2020 o atendimento em creche seja ampliado para 50%. Atualmente, menos de 20% das crianças de 0 a 3 anos estão matriculadas nessa etapa educacional – incluindo instituições públicas e privadas. A oferta de creche, de acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), é de responsabilidade dos municípios.
Entre 1995 e 2009, o crescimento foi de 0,81 ponto percentual ao ano – era 7,6% e chegou a 18,4%. O PNE anterior, que vigorou entre 2001 e 2010, já previa que o país atendesse a 50% da população de 0 a 3 anos até 2011. “A meta já existia no outro plano, deveria ser cumprida até 2011 e agora passou para 2020. Ou seja, já estamos com dez anos de atraso”, compara o coordenador da Rede Nacional Primeira Infância, Vital Didonet.
O especialista aponta que o atendimento em creche é caro e por isso o aumento das vagas públicas é tão lento. Se o ritmo dos últimos anos for seguido (0,81 ponto percentual ao ano), a meta de 2020 não será cumprida. “A criança pequena precisa de um espaço grande, adequado, não é qualquer local que pode recebê-la, precisamos fugir dessa forma histórica do atendimento em creche. Ainda são necessários profissionais qualificados e materiais próprios para o desenvolvimento infantil”, acrescenta.
O MEC tem hoje dois programas que tentam reverter o cenário deficitário. O Programa Nacional de Reestruturação e Aparelhagem da Rede Escolar Pública de Educação Infantil (Proinfância), criado em 2007, estabelece convênios com os municípios para a construção de unidades de educação infantil. Em três anos, apenas 100 creches das cerca de 2 mil já conveniadas foram finalizadas – cerca de 5%.
A outra frente de ação foi a inclusão da construção de creches na segunda fase do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2). A meta é construir 6 mil creches até 2014. Considerando que a atual população de 0 a 3 anos do país é de cerca de 10 milhões de crianças, para que se garanta a matrícula de 50% desse grupo será preciso chegar a 2020 com 5 milhões de matrículas – quase 3 milhões a mais do que o número atual.
De acordo com a coordenadora de Educação Infantil do MEC, Rita Coelho, os investimentos da União na área são inéditos, considerando o orçamento de anos anteriores. Ela acredita que o apoio do MEC é importante, mas não resolverá todo o problema.
“Não é suficiente porque o apoio da União é suplementar, uma atuação colaboradora. Mas os municípios também precisam ter suas propostas, colocar recursos próprios. Os investimentos precisam ser ampliados e não só na educação infantil”, ressalta. Ela acredita que hoje é “inquestionável” o comprometimento das prefeituras com a expansão dessa etapa educacional.
Além do desafio físico da rede, Rita acredita que outra dificuldade está na construção de uma proposta pedagógica para a educação infantil. “Temos que consolidar na sociedade a educação infantil como a primeira etapa da educação básica, mas também não é uma antecipação da escolaridade, nem assistência social”, diz.
Agência Brasil
fonte: http://www.wscom.com.br/
Meta de atendimento de 50% das crianças em creche está dez anos atrasada
Projeto de lei que vai criar o novo Plano Nacional de Educação (PNE), enviado pelo MEC ao Congresso Nacional, prevê que até 2020 o atendimento em creche seja ampliado para 50%
O projeto de lei que vai criar o novo Plano Nacional de Educação (PNE), enviado pelo Ministério da Educação (MEC) ao Congresso Nacional, prevê que até 2020 o atendimento em creche seja ampliado para 50%. Atualmente, menos de 20% das crianças de 0 a 3 anos estão matriculadas nessa etapa educacional – incluindo instituições públicas e privadas. A oferta de creche, de acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), é de responsabilidade dos municípios.
Entre 1995 e 2009, o crescimento foi de 0,81 ponto percentual ao ano – era 7,6% e chegou a 18,4%. O PNE anterior, que vigorou entre 2001 e 2010, já previa que o país atendesse a 50% da população de 0 a 3 anos até 2011. “A meta já existia no outro plano, deveria ser cumprida até 2011 e agora passou para 2020. Ou seja, já estamos com dez anos de atraso”, compara o coordenador da Rede Nacional Primeira Infância, Vital Didonet.
O especialista aponta que o atendimento em creche é caro e por isso o aumento das vagas públicas é tão lento. Se o ritmo dos últimos anos for seguido (0,81 ponto percentual ao ano), a meta de 2020 não será cumprida. “A criança pequena precisa de um espaço grande, adequado, não é qualquer local que pode recebê-la, precisamos fugir dessa forma histórica do atendimento em creche. Ainda são necessários profissionais qualificados e materiais próprios para o desenvolvimento infantil”, acrescenta.
O MEC tem hoje dois programas que tentam reverter o cenário deficitário. O Programa Nacional de Reestruturação e Aparelhagem da Rede Escolar Pública de Educação Infantil (Proinfância), criado em 2007, estabelece convênios com os municípios para a construção de unidades de educação infantil. Em três anos, apenas 100 creches das cerca de 2 mil já conveniadas foram finalizadas – cerca de 5%.
A outra frente de ação foi a inclusão da construção de creches na segunda fase do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2). A meta é construir 6 mil creches até 2014. Considerando que a atual população de 0 a 3 anos do país é de cerca de 10 milhões de crianças, para que se garanta a matrícula de 50% desse grupo será preciso chegar a 2020 com 5 milhões de matrículas – quase 3 milhões a mais do que o número atual.
De acordo com a coordenadora de Educação Infantil do MEC, Rita Coelho, os investimentos da União na área são inéditos, considerando o orçamento de anos anteriores. Ela acredita que o apoio do MEC é importante, mas não resolverá todo o problema.
“Não é suficiente porque o apoio da União é suplementar, uma atuação colaboradora. Mas os municípios também precisam ter suas propostas, colocar recursos próprios. Os investimentos precisam ser ampliados e não só na educação infantil”, ressalta. Ela acredita que hoje é “inquestionável” o comprometimento das prefeituras com a expansão dessa etapa educacional.
Além do desafio físico da rede, Rita acredita que outra dificuldade está na construção de uma proposta pedagógica para a educação infantil. “Temos que consolidar na sociedade a educação infantil como a primeira etapa da educação básica, mas também não é uma antecipação da escolaridade, nem assistência social”, diz.
Agência Brasil
fonte: http://www.wscom.com.br/
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
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